| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Charadriiformes |
| Subordem: | Lari |
| Família: | Stercorariidae |
| Gray, 1870 | |
| Espécie: | S. parasiticus |
O mandrião-parasítico é conhecido também como bandido, rabo-de-junco, dizimeiro e gaivota-rapineira-comum.
Seu nome científico significa: do (latim) stercorarius = de esterco (Stercus, stercoris esterco), uma referência à forma como a ave busca o seu alimento, atacando outra aves até elas regurgitarem; e do (latim) parasiticus, parasitus = parasitário, parasita. ⇒ (Ave) parasita (comedora) de esterco.
Mede cerca de 41 cm de comprimento. Polimórfico com variação sazonal e de idade. Rectrizes centrais ponteagudas que se projetam até 2cm.
A espécie é monotípica (não são reconhecidas subespécies).
A maior parte de seu alimento no mar é roubada de outras aves marinhas, as quais persegue em vôo forçando-as a soltar os peixes que haviam capturado. Em terra, alimenta-se também de outras aves e de seus ovos, ratos, insetos e frutos.
Se reproduz nas áreas mais ao norte do continente americano. Se reproduz em ninhos isolados e em colonias isoladas
Passa a maior parte do tempo no oceano, a poucos quilômetros da costa, voltando para a terra no período reprodutivo.
Espécie migrante do hemisfério norte, presente no Brasil ao longo do litoral, ocasionalmente subindo os rios Amazonas e Negro, chegando até Roraima. Migra durante o inverno tanto para a costa do Oceano Pacífico, atingindo o Estreito de Magalhães, no sul do Chile, quanto para a costa do Oceano Atlântico, até a Terra do Fogo, no sul da Argentina, período em que atinge o Brasil. É encontrada também em outras áreas costeiras do planeta, como no litoral da Europa.